segunda-feira, 17 de junho de 2013

CÂNCER DE COLO DE ÚTERO
Câncer de colo de útero, também conhecido por câncer cervical, é uma doença de evolução lenta que acomete, sobretudo, mulheres acima dos 25 anos. O principal agente da enfermidade é papilomavírus humano (HPV), que pode infectar também os homens e estar associado ao surgimento do câncer de pênis.
Antes de tornar-se maligno, o que leva alguns anos, o tumor passa por uma fase de pré-malignidade, denominada NIC (neoplasiaintraepitelial cervical), que pode ser classificadaem graus I, II, III e IV de acordo com a gravidade do caso.
Embora sua incidência esteja diminuindo, o câncer de colo de útero ainda está entre as enfermidades que mais atingem as mulheres e levam a óbito no Brasil.
Felizmente, as estatísticas estão mostrando que 44% dos casos diagnosticados no País são de lesão in situ precursora do câncer, que ainda está restrita ao colo e não desenvolveu características de malignidade. Nessa fase, a doença pode ser curada na quase totalidade dos casos.
Tipos de tumor
Os dois tipos mais frequentes de tumor maligno de colo de útero estão associados à infecção pelo HPV. São eles: os carcinomas epidemoides (80% dos casos) e os adenocarcinomas (20% dos casos).
Fatores de risco
A infecção pelo HPV, responsável pelo aparecimento das verrugas genitais, representa o fator de maior risco para o surgimento do câncer de colo de útero. Apesar de existir mais de uma centena de subtipos diferentes desse vírus, somente alguns estão associados ao câncer de colo uterino. São classificados como de alto risco os subtipos 16, 18, 45, 56; de baixo risco, os subtipos 6,11,41,42 e 44 e de risco intermediário, os subtipos  31, 33, 35, 51 e 52
Podem ser citados, ainda, como fatores de risco:
1) início precoce da atividade sexual;
2) múltiplos parceiros sexuais ou parceiros com vida sexual promíscua;
3) baixa da imunidade;
4) cigarro;
5) más condições de higiene.
Sintomas
Nas fases iniciais, o câncer de colo de útero é assintomático. Quando os sintomas aparecem, os mais importantes são: 1) sangramento vaginal especialmente depois das relações sexuais, no intervalo entre as menstruações ou após a menopausa; 2) corrimento vaginal (leucorreia) de cor escura e com mau cheiro.
Nos estágios mais avançados da doença, outros sinais podem aparecer. Entre eles, vale destacar: 1) massa palpável no colo de útero; 2) hemorragias; 3) obstrução das vias urinárias e intestinos; 4) dores lombares e abdominais; 5) perda de apetite e de peso.

Diagnóstico
A avaliação ginecológica, a colposcopia e o exame citopatológico de Papanicolaou realizados regular e periodicamente são recursos essenciais para o diagnóstico do câncer de colo de útero. Na fase assintomática da enfermidade, o rastreamento realizado por meio do Papanicolaou permite detectar a existência de alterações celulares características da infecção pelo HPV ou a existência de lesões pré-malignas.
O diagnóstico definitivo, porém, depende do resultado da biópsia. Nos casos em que há sinais de malignidade, além de identificar o subtipo do vírus infectante, é preciso definir o tamanho do tumor, se está situado somente no colo uterino ou já invadiu outros órgãos e tecidos (presença de metástases). Alguns exames de imagem (tomografia, ressonância magnética, RX de tórax) representam recursos importantes nesse sentido.
Prevenção
A prevenção do câncer de colo de útero está diretamente associada ao esclarecimento e avanço educacional da população a respeito dos fatores de risco e de como evitá-los.  Dada a importância do diagnóstico precoce, as mulheres precisam ser permanentemente orientadas sobre a necessidade de consultar o ginecologista e fazer o exame de Papanicolaou nas datas previstas, como forma de identificar possíveis lesões ainda na fase de pré-malignidade.
No entanto, a vacinação das meninas  nos primeiros anos de vida contra o HPV continua sendo medida preventiva bastante eficaz, apesar de não proteger contra todos os subtipos do vírus.
Vacinas
Existem duas marcas de vacinas aprovadas para prevenir a infecção por determinados subtipos do HPV, alguns deles responsáveis pela maioria dos casos de câncer de colo uterino.
A vacinação é recomendada para meninas ainda na infância, em três doses, antes do início da atividade sexual.  No entanto, como ainda não há vacinas contra todos os subtipos do vírus, que são muitos, mulheres já vacinadas devem continuar fazendo o exame preventivo de rastreamento, o Papanicolaou, que é oferecido também pelo SUS nas Unidades Básicas de Saúde.
Tratamento
Parte das mulheres sexualmente ativas, que entra em contato com o HPV, pode debelar a infecção espontaneamente ou com tratamento médico pertinente. Caso isso não ocorra, o tratamento tem por objetivo a retirada ou destruição das lesões precursoras pré-malignas.
No entanto, uma vez confirmada a presença de tumores malignos, o procedimento deve levar em conta o estágio da doença, assim como as condições físicas da paciente, sua idade e o desejo de ter, ou não, filhos no futuro.
A cirurgia só deve ser indicada, quando o tumor (carcinoma in situ) está confinado no colo do útero. De acordo com a extensão e profundidade das lesões, ela pode ser mais conservadora ou promover a retirada total do útero (histerectomia).
A radioterapia externa ou interna (braquiterapia) tem-se mostrado um recurso terapêutico eficaz para destruir as células cancerosas e reduzir o tamanho dos tumores. Apesar de a quimioterapia não apresentar os mesmos efeitos benéficos, pode ser indicada na ocorrência de tumores mais agressivos e nos estádios avançados da doença.
Recomendações
* Não existe idade mínima para as meninas receberem as vacinas disponíveis contra a infecção pelo HPV, apesar de a orientação ser ministrá-la a partir dos 9 anos de idade;
* Toda mulher precisa estar consciente de que o exame de Papanicolaou realizado periodicamente representa uma estratégia de rastreamento do câncer de colo uterino que pode salvar vidas.
* Nunca é demais ressaltar, que o uso da camisinha em todas as relações sexuais é um cuidado indispensável contra a infecção não só pelo HPV, mas também por outros agentes de doenças sexualmente transmissíveis.

Diabetes Mellitus
Diabetes Mellitus é uma doença do metabolismo da glicose causada pela falta ou má absorção de insulina, hormônio produzido pelo pâncreas e cuja função é quebrar as moléculas de glicose para transformá-las em energia a fim de que seja aproveitada por todas as células. A ausência total ou parcial desse hormônio interfere não só na queima do açúcar como na sua transformação em outras substâncias (proteínas, músculos e gordura).
Na verdade, não se trata de uma doença única, mas de um conjunto de doenças com uma característica em comum: aumento da concentração de glicose no sangue provocado por duas diferentes situações:
a) Diabetes tipo I – o pâncreas produz pouca ou nenhuma insulina. A instalação da doença ocorre mais na infância e adolescência e é insulinodependente, isto é, exige a aplicação de injeções diárias de insulina;
b) Diabetes tipo II – as células são resistentes à ação da insulina. A incidência da doença que pode não ser insulinodependente, em geral, acomete as pessoas depois dos 40 anos de idade;

c)
Diabetes gestacional – ocorre durante a gravidez e, na maior parte dos casos, é provocado pelo aumento excessivo de peso da mãe;
d) Diabetes associados a outras patologias como as pancreatites alcoólicas, uso de certos medicamentos, etc.
Sintomas
* Poliúria – a pessoa urina demais e, como isso a desidrata, sente muita sede (polidpsia);
* Aumento do apetite;
* Alterações visuais;
* Impotência sexual;
* Infecções fúngicas na pele e nas unhas;
* Feridas, especialmente nos membros inferiores, que demoram a cicatrizar;
* Neuropatias diabéticas provocada pelo comprometimento das terminações nervosas;
* Distúrbios cardíacos e renais.
Fatores de risco
* Obesidade (inclusive a obesidade infantil);
* Hereditariedade;
* Falta de atividade física regular;
* Hipertensão;
* Níveis altos de colesterol e triglicérides;
* Medicamentos, como os à base de cortisona;
* Idade acima dos 40 anos (para o diabetes tipo II);
* Estresse emocional.
Recomendações
* O tratamento do diabetes exige, além do acompanhamento médico especializado, os cuidados de uma equipe multidisciplinar. Procure seguir as orientações desses profissionais;
* A dieta alimentar deve ser observada criteriosamente. Procure ajuda para elaborar o cardápio adequado para seu caso. Não é necessário que você se prive por toda a vida dos alimentos de que mais gosta. Uma vez ou outra, você poderá saboreá-los desde que o faça com parcimônia;
* Um programa regular de exercícios físicos irá ajudá-lo a controlar o nível de açúcar no sangue. Coloque-os como prioridade em sua rotina de vida;
* O fumo provoca estreitamento das artérias e veias. Como o diabetes compromete a circulação nos pequenos vasos sangüíneos (retina e rins) e nos grandes vasos (coração e cérebro), fumar pode acelerar o processo e o aparecimento de complicações;
* O controle da pressão arterial e dos níveis de colesterol e triglicérides deve ser feito com regularidade;
* Medicamentos à base de cortisona aumentam os níveis de glicose no sangue. Não se automedique;
* O diagnóstico precoce é o primeiro passo para o sucesso do tratamento. Não minimize seus sintomas. Procure logo um serviço de saúde se está urinando demais e sentindo muita sede e muita fome.

Tratamento
O diabetes não pode ser dissociado de outras doenças glandulares. Além da obesidade, outros distúrbios metabólicos (excesso de cortisona, do hormônio do crescimento ou maior produção de adrenalina pelas supra-renais) podem estar associados ao diabetes.
O tipo I é também chamado de insulinodependente, porque exige o uso de insulina por via injetável para suprir o organismo desse hormônio que deixou de ser produzido pelo pâncreas. A suspensão da medicação pode provocar a cetoacidose diabética, distúrbio metabólico que pode colocar a vida em risco.
O tipo II não depende da aplicação de insulina e pode ser controlado por medicamentos ministrados por via oral. A doença descompensada pode levar ao coma hiperosmolar, uma complicação grave que pode ser fatal.
Dieta alimentar equilibrada é fundamental para o controle do diabetes. A orientação de uma nutricionista e o acompanhamento de psicólogos e psiquiatras podem ajudar muito a reduzir o peso e, como conseqüência, cria a possibilidade de usar doses menores de remédios.
Atividade física é de extrema importância para reduzir o nível da glicose nos dois tipos de diabetes.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Asterosclerose

O que é Arterosclerose?

Sinônimos: Doença cardíaca coronariana, DDC, doença arterial coronária, DAC
A doença cardíaca coronária (DCC) é o estreitamento dos pequenos vasos sanguíneos que fornecem sangue e oxigênio ao coração. A DCC também é chamada de doença arterial coronária.

Causas

A doença cardíaca coronariana (DCC) ou aterosclerose coronariana é a principal causa de mortes nos Estados Unidos, em homens e mulheres.
A aterosclerose é provocada pelo acúmulo de placas nas artérias que levam ao coração. Isso também pode ser chamado de endurecimento das artérias.
  • Material gorduroso ou outras substâncias formam acúmulo de placa nas paredes das artérias coronárias. As artérias coronárias levam sangue e oxigênio para o coração.
  • Este acúmulo causa o estreitamento das artérias.
  • Como resultado, o fluxo de sangue para o coração pode ser reduzido ou interrompido.
Um fator de risco para doença cardíaca é algo que aumenta a probabilidade de seu desenvolvimento. Alguns fatores de risco para doença cardíaca não podem ser alterados, mas outros podem.
Os fatores de risco para doença cardíaca que você não pode alterar são:
  • A sua idade. O risco de doenças cardíacas aumenta com a idade.
  • Seu sexo. Homens têm um mais risco de desenvolver doenças cardíacas do que mulheres em idade fértil. Após a menopausa, o risco para mulheres é mais próximo ao de homens. Consulte: Doença cardíaca e mulheres
  • Seus genes. Se os seus pais ou outros parentes próximos apresentaram doença cardíaca, você tem maior risco.
  • Sua raça. Afro-americanos, mexicanos-americanos, ameríndios, havaianos e alguns asiáticos-americanos também têm mais risco de problemas cardíacos.
Muitos fatores aumentam os riscos de surgimento de doença cardíaca:
  • Diabetes é um grande fator de risco para a doença cardíaca.
  • Hipertensão aumenta os riscos de doença cardíaca e insuficiência cardíaca.
  • Colesterol extra no sangue se acumula dentro das paredes das artérias do coração (vasos sanguíneos).
  • Fumantes correm mais risco de doença cardíaca.
  • Doenças renais crônicas podem aumentar seus riscos.
  • Pessoas com artérias estreitadas em outras partes do corpo (exemplos são derrame e fluxo precário de sangue para as pernas) têm maior probabilidade de apresentar doença cardíaca.
  • Abuso de substâncias (como cocaína)
  • Estar acima do peso
  • A falta de exercícios e sentir-se deprimido ou o acúmulo de estresse são outros fatores de risco.
As artérias mais comumente acometidas são:
  • artérias coronárias do coração;
  • artérias carótidas principais responsáveis pela irrigação cerebral;
  • aorta e as astérias dos membros inferiores;
  • artérias renais

Sintomas

Os sintomas da aterosclerose podem ser bastante evidentes, mas, em alguns casos, você pode ter a doença e não apresentar nenhum sintoma.
Dor no peito ou desconforto (angina) é o sintoma mais comum da aterosclerose. Você sente essa dor quando o coração não está recebendo sangue ou oxigênio suficientes. O grau da dor varia em cada pessoa.
  • Ela pode ser intensa ou semelhante a alguém esmagando seu coração. Essa dor é sentida abaixo do osso do tórax (esterno), e também no pescoço, nos braços, na barriga e na parte superior das costas.
  • Ela geralmente ocorre durante uma atividade ou momento de emoção e desaparece quando o indivíduo descansa ou toma um remédio chamado nitroglicerina.
  • Outros sintomas da aterosclerose incluem falta de ar e fadiga quando o indivíduo realiza atividades (esforço).
Mulheres, idosos e indivíduos com diabetes são mais propensos a apresentar sintomas além da dor no peito, como:
  • Fadiga
  • Falta de ar
  • Fraqueza
Tratamento

O médico poderá prescrever um ou mais remédios para tratar a pressão arterial, o diabetes ou níveis altos de colesterol. Siga com atenção as recomendações do médico, para evitar uma piora do quadro da aterosclerose.
Os objetivos do tratamento dessas doenças em pacientes com aterosclerose:
  • Pressão arterial inferior ou igual a 140/90 (ou menos, para alguns pacientes com diabetes, doença renal ou insuficiência cardíaca)
  • Níveis de hemoglobina glicosilada (HbA1c) inferiores ou iguais a 7% para pessoas com diabetes
  • Nível de colesterol LDL inferior ou igual a 100 mg/dL (ou menos, para alguns pacientes)
O tratamento depende dos seus sintomas e da gravidade da doença. O médico poderá prescrever um ou mais remédios para tratar a aterosclerose, incluindo:
  • Inibidores da enzima conversora da angiotensina (ECA) para baixar a pressão arterial e proteger coração e rins
  • Aspirina, com ou sem clopidogrel (Plavix) ou prasugrel (Effient) para prevenir a formação de coágulos nas artérias
  • Betabloqueadores para reduzir os batimentos cardíacos, baixar a pressão arterial e o consumo de oxigênio pelo coração
  • Bloqueadores de canais de cálcio que relaxam as artérias, baixam a pressão arterial e reduzem a tensão no coração
  • Diuréticos para baixar a pressão e tratar a insuficiência cardíaca
  • Nitratos (como a nitroglicerina) para aliviar a dor no peito e melhorar o fluxo de sangue para o coração
  • Estatinas para reduzir o colesterol
Nunca interrompa repentinamente o uso de nenhum desses medicamentos. Fale sempre com seu médico primeiro. A interrupção repentina desses medicamentos pode piorar a angina ou causar um ataque cardíaco.
O médico poderá encaminhá-lo a um programa de reabilitação cardíaca para melhorar o condicionamento do seu coração.
Os procedimentos e cirurgias utilizados para tratar a aterosclerose incluem:
  • Angioplastia e colocação de stent, chamada de intervenção coronariana percutânea (ICP)
  • Ponte de safena
  • Cirurgia cardíaca minimamente invasiva

Tenha um estilo de vida saudável

Alguns dos fatores de risco para doença cardíaca que você pode alterar são:
  • Não fumar ou usar tabaco.
  • Fazer bastante exercício, pelo menos 30 minutos ao dia por pelo menos 5 dias por semana (converse com seu médico primeiro).
  • Manter um peso saudável. Homens e mulheres devem procurar manter um índice de massa corporal (IMC) entre 18,5 e 24,9.
  • Fazer exames e tratamento para depressão.
  • Mulheres que pertencem ao grupo de risco mais alto para doenças cardíacas devem ingerir suplementos de ácidos graxos com ômega 3.
  • Se você consume álcool, limite-se a beber não mais que uma dose por dia para mulheres e não mais que duas doses por dia para homens.
A nutrição é importante para sua saúde cardíaca e ajudará a controlar alguns dos fatores de risco para doenças cardíacas. Consulte também: Doenças cardíaca e dieta
  • Escolha uma dieta rica em cereais integrais, frutas e vegetais.
  • Escolha proteínas magras como frango, peixe, feijão e legumes.
  • Consuma laticínios semidesnatados, como leite e iogurtes.
  • Evite o sódio (sal) e gorduras encontrados em frituras, alimentos processados e assados.
  • Consuma menos produtos de origem animal que contêm queijo, nata ou ovos.
  • Leia os rótulos e fique longe de "gordura saturada" e de tudo que contenha gordura "hidrogenada" ou "parcialmente hidrogenada". Estes produtos geralmente estão carregados de gorduras prejudiciais.
Exames

Muitos exames ajudam a diagnosticar a aterosclerose. Geralmente, o médico solicita mais de um exame para teste, para obter um diagnóstico.
Os testes para aterosclerose podem incluir:
  • Angiografia/arteriografia coronária um exame invasivo que avalia as artérias coronárias em raios X
  • Angiografia por tomografia computadorizada - uma maneira não invasiva de realizar a angiografia coronária
  • Ecocardiograma
  • Eletrocardiograma (ECG)
  • Tomografia computadorizada por feixe de elétrons, para verificar o nível de cálcio no interior das artérias - quanto mais cálcio, maior o risco de DCC
  • Teste de esforço físico
  • Tomografia computadorizada do coração
  • Angiografia por ressonância magnética
  • Teste de esforço nuclear
Buscando ajuda médica

Se você apresenta algum dos fatores de risco da aterosclerose, procure um médico para conversar sobre a prevenção e os possíveis tratamentos.
Procure um médico imediatamente, ligue para um serviço de emergência (como 192) ou procure um atendimento de emergência, se você apresentar:
Expectativa
Cada paciente se recupera de forma diferente. Alguns indivíduos são capazes de manter uma vida saudável mudando a dieta alimentar, parando de fumar e tomando os medicamentos exatamente como o médico recomenda. Outros podem recorrer a procedimentos médicos como a angioplastia ou cirurgias.
Mesmo que cada pessoa reaja de forma diferente, uma detecção precoce da aterosclerose geralmente resulta em um resultado mais positivo.

Referências:



sexta-feira, 7 de junho de 2013

"Braços que acolhem, Mãos que cuidam e um Coração que AMA o que faz.. Isso é Enfermagem!"

Joara Malta!